É tão triste e bela. É tão subjetiva. É tão intrínseca ao nosso ser a vontade de querer amar e ser amado, de acertar e viver uma linda história de amor.
É tão difícil. Tão única e volátil. É tão confusa e paradoxal a nossa maneira de criar regras e conceitos sobre o que vai ou não dar certo.
E o que é mais certo, é que todos, um dia, se decepcionam. Tanto com os outros quanto consigo mesmos.
E não há maior "inimigo" que sua própria consciência.
Quantas vezes sonhamos, almejamos e planejamos como tudo deveria acontecer, do momento em que você viu aquele lindo sorriso, até o primeiro beijo, o pedido em namoro e aí por diante. Mas nunca - ou quase, é assim. Imprevistos, atitudes impensadas, passado, presente e futuro, tudo interfere de tal maneira que, muitas vezes, nos arrependemos amargamente de coisas que fizemos.
Então, chega a hora de recomeçar. De criar esperanças de que dessa vez dará certo e será diferente, de dar crédito as pessoas e à você mesmo. Só que aí dá errado de novo - com você estando com alguém ou não - e você se pergunta: "Por que não dá certo comigo? Por que eu tenho que esperar tanto? Por que não encontro alguém para viver ao meu lado?". E a minha resposta é: sei lá.
Não há regras. Não conceitos. Há simplesmente uma relação única de cada casal, de cada sentimento.
Estou assim hoje. Já errei muito. Já erraram comigo. Às vezes penso estar contaminado com a desconfiança e falta de esperança. E estou. Maaaaaaaas....quando vejo a simplicidade de um amor verdadeiro - sim eu tenho bons exemplos perto de mim \o/ - toda a mágoa de estar errando, enquanto eu ainda estava recomeçando, vai embora e recomeço meu próprio recomeço.
Talvez não seja meu melhor momento. Talvez, pela lógica, eu nem mereça algo bom. Mas o talvez que eu acredito é que eu possa ser feliz ao encontrar a mulher da minha vida. Ou descobri-la em alguém que já conheço.
Como diz um amigo, "quando eu a encontrar, entenderei porque não deu certo com as outras." Ou quase isso hahaha
Deus nos abençoe.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A Paixão de uma vida
Ícone das histórias românticas ocidentais já há um bom tempo, a paixão ( ou paixões), é alvo de desejo do imaginário - sentimental- de grande parte da população.
Encontrar alguém especial a ponto de que você seja capaz de largar tudo e mudar de vida por essa pessoa; capaz de fazer um vilão virar mocinha; um idiota virar um cara legal; de transformar a vida de um outro alguém. É isso que a paixão das narrativas ocidentais nos diz.
Mas tem mais. Pois fora a paixão tradicional entre homem e mulher, existe a paixão por coisas, tarefas, atividades, assuntos, objetivos de vida. E, em minha opinião, essa paixão encanta tanto ou mais que a outra.
Ver pessoas lutando pelo que acreditam, correndo atrás de seu sonho, fazendo o que gostam é tão bom que chega a aquietar, trazer paz ao meu coração. E muitas vezes eu nem gosto do que elas fazem, mas ao vê-las fazendo sinto como se elas tivessem encontrando, pelo menos, um sentido na vida delas.
Aí eu penso: pelo o que sou realmente apaixonado? O que me deixa eufórico e me impulsiona? Talvez eu seja um clássico romântico ocidental ao dizer isso, mas eu queria mesmo fazer algo importante e trazer paz para as pessoas. Amo ouvir as pessoas e poder, ao menos tentar, lhes dizer/ fazer algo que proporcione uma mudança de rumo, de direção na vida das pessoas, para que estas encontrem paz e felicidade.
Não sei ao certo se já fiz isso alguma vez na minha vida, mas, por mais que seja utópico, ilusório e talvez hipócrita, eu ainda quero mudar o mundo e ver sorrisos que me tragam paz também.
Bom, o que eu farei eu não sei. Mas quero que seja algo que flua como uma paixão eterna dentro de mim - se isso realmente for possível rs.
Uma boa semana à todos.
Encontrar alguém especial a ponto de que você seja capaz de largar tudo e mudar de vida por essa pessoa; capaz de fazer um vilão virar mocinha; um idiota virar um cara legal; de transformar a vida de um outro alguém. É isso que a paixão das narrativas ocidentais nos diz.
Mas tem mais. Pois fora a paixão tradicional entre homem e mulher, existe a paixão por coisas, tarefas, atividades, assuntos, objetivos de vida. E, em minha opinião, essa paixão encanta tanto ou mais que a outra.
Ver pessoas lutando pelo que acreditam, correndo atrás de seu sonho, fazendo o que gostam é tão bom que chega a aquietar, trazer paz ao meu coração. E muitas vezes eu nem gosto do que elas fazem, mas ao vê-las fazendo sinto como se elas tivessem encontrando, pelo menos, um sentido na vida delas.
Aí eu penso: pelo o que sou realmente apaixonado? O que me deixa eufórico e me impulsiona? Talvez eu seja um clássico romântico ocidental ao dizer isso, mas eu queria mesmo fazer algo importante e trazer paz para as pessoas. Amo ouvir as pessoas e poder, ao menos tentar, lhes dizer/ fazer algo que proporcione uma mudança de rumo, de direção na vida das pessoas, para que estas encontrem paz e felicidade.
Não sei ao certo se já fiz isso alguma vez na minha vida, mas, por mais que seja utópico, ilusório e talvez hipócrita, eu ainda quero mudar o mundo e ver sorrisos que me tragam paz também.
Bom, o que eu farei eu não sei. Mas quero que seja algo que flua como uma paixão eterna dentro de mim - se isso realmente for possível rs.
Uma boa semana à todos.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Poesia de segunda
Não é ela a mais doce, a mais bela
Ou emociante
Talvez seja ela a mais rude e amarga
A dúvida que paira sobre e em mim
Não é construída de meras palavras
Mas quisera eu que fosse
Pois as facilidades da vida também têm sua beleza
Mas como bom poeta, me apaixono pela minha obra
Ressalto porém, que só com um olhar diferente
Eu mesmo possa entedê-la
Difícil? Não.
O fardo é leve.
Onde a poesia tem que ser dita poesia
Sua beleza se esvai
Como a moça bonita que tem se afirmar
Como moça bonita
O meu enredo se resume ao amargor
E ao teor sublime
De, em dúvidas do sim e do não.
De certo ou errado,
Carregar a cruz da minha decisão
Onde dia após dia,
Minhas forças se renovam
Me levanto com asas de águia
Não por ser uma
Mas por decidir assim o fazer
Mais uma segunda-feira cinzenta
Não vejo luz pela janela
Nem flores em meu jardim
Mas minha decisão foi plantada
E me refugio em sua beleza vindoura
Que outrora quase envenada
Um dia refugirá
A beleza do mais doloroso e mais correto
Ato de segunda.
Ou emociante
Talvez seja ela a mais rude e amarga
A dúvida que paira sobre e em mim
Não é construída de meras palavras
Mas quisera eu que fosse
Pois as facilidades da vida também têm sua beleza
Mas como bom poeta, me apaixono pela minha obra
Ressalto porém, que só com um olhar diferente
Eu mesmo possa entedê-la
Difícil? Não.
O fardo é leve.
Onde a poesia tem que ser dita poesia
Sua beleza se esvai
Como a moça bonita que tem se afirmar
Como moça bonita
O meu enredo se resume ao amargor
E ao teor sublime
De, em dúvidas do sim e do não.
De certo ou errado,
Carregar a cruz da minha decisão
Onde dia após dia,
Minhas forças se renovam
Me levanto com asas de águia
Não por ser uma
Mas por decidir assim o fazer
Mais uma segunda-feira cinzenta
Não vejo luz pela janela
Nem flores em meu jardim
Mas minha decisão foi plantada
E me refugio em sua beleza vindoura
Que outrora quase envenada
Um dia refugirá
A beleza do mais doloroso e mais correto
Ato de segunda.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Terça-feira
Dia de sol, dia de chuva,
Dia de nuvem, dia de vida.
A cada hora que se passa
A vida que se esvai
Por caminhos duvidosos
E incertezas de esperança
A musicalidade dos sons rotineiros
Na interferência e nos ruídos
Dos sentimentos
Que não podem se conter
Ao ver as nuvens passarem
Queria apenas ter certeza
De que tenho incerteza
Sobre o que quero e o que faço
A grande vantagem é que ainda é terça-feira
Dia de nuvem, dia de vida.
A cada hora que se passa
A vida que se esvai
Por caminhos duvidosos
E incertezas de esperança
A musicalidade dos sons rotineiros
Na interferência e nos ruídos
Dos sentimentos
Que não podem se conter
Ao ver as nuvens passarem
Queria apenas ter certeza
De que tenho incerteza
Sobre o que quero e o que faço
A grande vantagem é que ainda é terça-feira
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Pensamento
Talvez o grande fator que diferencia uma pessoa das outras sejam as suas decisões.
Eu sei que todos temos gostos e características diferentes, mas, de uma maneira geral e natural, pensamos e queremos coisas parecidas.
Sucesso financeiro; família estabilizada, unida em amor e respeito; auge profissional e estudantil; amigos e pessoas que ama sempre por perto; fazer coisas boas e, de alguma maneira retribuir a sociedade.
Essas são coisas que a maioria de nós deseja. Podemos dizer que é algo em comum que o ser humano tem hoje em dia. Porém, apenas o desejo ou a vontade não faz nada acontecer. Se não tomarmos as decisões corretas no rumo a cosneguir tais objetivos, talvez nenhum deles se torne realidade.
Então eu penso, que por mais que tenhamos boas inteções, podemos nos tornar péssimas pessoas ( num sentido moral da sociedade) dependendo das decisões que tomarmos.
Vemos injustiça em todas as áreas que almejamos sucesso e, muitas vezes, nos indignamos, perdemos esperança e paramos lutar em prol de nossos objetivos e simplesmente nos afastamos do que queremos.
Começamos a achar que as coisas não vão dar certo, que o mundo é assim mesmo, e aí entramos no único ponto em comum que não deveríamos entrar: a mediocridade de atitudes.
Fazemos tudo como todo mundo, afinal, é aceitável.
Independente da ética da bagagem pessoal de cada um, as decisões que tomamos nos tornam diferentes, nos fazem subir, descer, crescer ou cair. É fácil falar que quer a paz para a humindade. É fácil vir aqui no blog e escrever. Difícil é ouvir um sem teto, cuidar de um drogado por horas, perdoar quem te magoa e é injusto com você.
Não acho que as atitudes mostrem exatamente o que somos, mas mostram exatamente para onde estamos indo.
Paz.
Eu sei que todos temos gostos e características diferentes, mas, de uma maneira geral e natural, pensamos e queremos coisas parecidas.
Sucesso financeiro; família estabilizada, unida em amor e respeito; auge profissional e estudantil; amigos e pessoas que ama sempre por perto; fazer coisas boas e, de alguma maneira retribuir a sociedade.
Essas são coisas que a maioria de nós deseja. Podemos dizer que é algo em comum que o ser humano tem hoje em dia. Porém, apenas o desejo ou a vontade não faz nada acontecer. Se não tomarmos as decisões corretas no rumo a cosneguir tais objetivos, talvez nenhum deles se torne realidade.
Então eu penso, que por mais que tenhamos boas inteções, podemos nos tornar péssimas pessoas ( num sentido moral da sociedade) dependendo das decisões que tomarmos.
Vemos injustiça em todas as áreas que almejamos sucesso e, muitas vezes, nos indignamos, perdemos esperança e paramos lutar em prol de nossos objetivos e simplesmente nos afastamos do que queremos.
Começamos a achar que as coisas não vão dar certo, que o mundo é assim mesmo, e aí entramos no único ponto em comum que não deveríamos entrar: a mediocridade de atitudes.
Fazemos tudo como todo mundo, afinal, é aceitável.
Independente da ética da bagagem pessoal de cada um, as decisões que tomamos nos tornam diferentes, nos fazem subir, descer, crescer ou cair. É fácil falar que quer a paz para a humindade. É fácil vir aqui no blog e escrever. Difícil é ouvir um sem teto, cuidar de um drogado por horas, perdoar quem te magoa e é injusto com você.
Não acho que as atitudes mostrem exatamente o que somos, mas mostram exatamente para onde estamos indo.
Paz.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Como ter mais fé?
Talvez essa seja uma das questões que as pessoas mais se perguntam.
Certamente, já nos deparamos em situações da vida em que pensamos: "Eu deveria ter mais fé..." ou "Se eu tivesse mais fé as coisas seriam diferentes" ou ainda "Queria ter a fé de fulano".
Pois bem, a questão é que para nós é muito complicado medir a fé. Para uns é mais fácil ter fé em situações ruins familiares que deseja que melhorem; para outros, é mais fácil ter fé diante de problemas financeiros; tudo depende e varia de pessoa pra pessoa.
Cada um de nós traz consigo uma bagagem de vida, com um aprendizado e experiências que nos dão mais confiança ou não em certas áreas, assim como mais ou menos confiança em Deus.
A questão é que, independente de quem você é ou do que já passou, Jesus nos ensina que bem-aventurado é aquele que crê sem ver. Então, se quer ter mais fé, comece crendo que por mais que não veja soluções ou mudanças naquilo que anseia, Deus pode fazer todas as coisas.
Mas ainda assim, parecemos estar muito distantes da fé bíblica, de homens que andavam sobre as águas e pregavam para multidões sem medo da morte, lutando por aquilo que acreditavam. E, tanto para mim quanto para qualquer pessoa, o ideal para chegar nesse nível de fé é andar com pessoas que agreguem à minha vida espiritual.
A fé vem pelo ouvir, pelo compartilhar das coisas que Deus faz. As pessoas com quem andamos e aquilo que compartilhamos com elas influenciam diretamente nossas atitudes, principalmente nossa fé.
Por isso, ande com aquelas pessoas que te ajudam a ser uma pessoa melhor, que não desiste, que tem esperança, que fala positivamente, que vai atrás de seus sonhos, mas principalmente, que é feliz, indepente de problemas.
Tenhamos, então, mais fé e bons amigos. Deus abençoe.
Certamente, já nos deparamos em situações da vida em que pensamos: "Eu deveria ter mais fé..." ou "Se eu tivesse mais fé as coisas seriam diferentes" ou ainda "Queria ter a fé de fulano".
Pois bem, a questão é que para nós é muito complicado medir a fé. Para uns é mais fácil ter fé em situações ruins familiares que deseja que melhorem; para outros, é mais fácil ter fé diante de problemas financeiros; tudo depende e varia de pessoa pra pessoa.
Cada um de nós traz consigo uma bagagem de vida, com um aprendizado e experiências que nos dão mais confiança ou não em certas áreas, assim como mais ou menos confiança em Deus.
A questão é que, independente de quem você é ou do que já passou, Jesus nos ensina que bem-aventurado é aquele que crê sem ver. Então, se quer ter mais fé, comece crendo que por mais que não veja soluções ou mudanças naquilo que anseia, Deus pode fazer todas as coisas.
Mas ainda assim, parecemos estar muito distantes da fé bíblica, de homens que andavam sobre as águas e pregavam para multidões sem medo da morte, lutando por aquilo que acreditavam. E, tanto para mim quanto para qualquer pessoa, o ideal para chegar nesse nível de fé é andar com pessoas que agreguem à minha vida espiritual.
A fé vem pelo ouvir, pelo compartilhar das coisas que Deus faz. As pessoas com quem andamos e aquilo que compartilhamos com elas influenciam diretamente nossas atitudes, principalmente nossa fé.
Por isso, ande com aquelas pessoas que te ajudam a ser uma pessoa melhor, que não desiste, que tem esperança, que fala positivamente, que vai atrás de seus sonhos, mas principalmente, que é feliz, indepente de problemas.
Tenhamos, então, mais fé e bons amigos. Deus abençoe.
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
Prisão
Certamente você já ouviu de várias pessoas que, hoje em dia, vivemos encurralados, em prisões domiciliares, com medo do mundo. Mas creio que a maior prisão que vivemos é a do medo de amar.
Por que? Porque amar dói. Dói sim, não tente me dizer que não porque dói. Te deixa aflito, te faz se entregar e muitas vezes sofrer por outra pessoa.
Amar não é fácil. Não é pra qualquer um, é pra quem tem coragem. Ou pra quem não pensa talvez.
Por estarmos machucados ou por medo de nos machucarmos, deixamos de arriscar, de colocar as cartas na mesa e apostar no amor. Mas talvez seja justamente o oposto disso que acontece. Talvez seja o amor que tira esses medos de nossa vida.
"No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora o medo produz tormento; logo, aquele que teme (se apavora) não é aperfeiçoado no amor" 1 João 4:18
Pelo lado bíblico, vejo que quem se aperfeiçoa, quem exercita o amor pelo próximo ( seja como companheiro ou outro tipo de relação), perde o medo e "faz as coisas". Pelo lado de vivência, vejo que casais e relacionamentos que dão certo são gerados quando alguém, por algum motivo racionalmente bem besta, não tem medo de amar alguém e se entregar por essa pessoa, mesmo sabendo que essa falhará, irá magoá-la algum dia.
Sabe por que? Porque querendo ou não, quando o amor entra em ação, o maior beneficiado é você. Mesmo que você não seja correspondido, amar alguém é uma experiência única que simplesmente chuta o medo que você tem dentro de você mesmo para bem longe.
Então, deixe com que o amor evolua em você, a um nível de perfeição. E que assim, a prisão onde você se encontra seja nada mais do que uma caixa de papel, que se dissolve e se abre com o tempo.
Por que? Porque amar dói. Dói sim, não tente me dizer que não porque dói. Te deixa aflito, te faz se entregar e muitas vezes sofrer por outra pessoa.
Amar não é fácil. Não é pra qualquer um, é pra quem tem coragem. Ou pra quem não pensa talvez.
Por estarmos machucados ou por medo de nos machucarmos, deixamos de arriscar, de colocar as cartas na mesa e apostar no amor. Mas talvez seja justamente o oposto disso que acontece. Talvez seja o amor que tira esses medos de nossa vida.
"No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora o medo produz tormento; logo, aquele que teme (se apavora) não é aperfeiçoado no amor" 1 João 4:18
Pelo lado bíblico, vejo que quem se aperfeiçoa, quem exercita o amor pelo próximo ( seja como companheiro ou outro tipo de relação), perde o medo e "faz as coisas". Pelo lado de vivência, vejo que casais e relacionamentos que dão certo são gerados quando alguém, por algum motivo racionalmente bem besta, não tem medo de amar alguém e se entregar por essa pessoa, mesmo sabendo que essa falhará, irá magoá-la algum dia.
Sabe por que? Porque querendo ou não, quando o amor entra em ação, o maior beneficiado é você. Mesmo que você não seja correspondido, amar alguém é uma experiência única que simplesmente chuta o medo que você tem dentro de você mesmo para bem longe.
Então, deixe com que o amor evolua em você, a um nível de perfeição. E que assim, a prisão onde você se encontra seja nada mais do que uma caixa de papel, que se dissolve e se abre com o tempo.
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